É que ninguém nunca te ensinou o que postar e quanto cobrar. O Ateliê da Crocheteira é um aplicativo que resolve as duas coisas por você, todo dia, no seu celular.
O que gravar hoje. Quanto cobrar naquela peça. O que escrever na legenda. Como mandar no WhatsApp da cliente. A foto bonita da sua peça. Os pedidos anotados. Quanto entrou no mês. Tudo num lugar só.
Por R$ 29,90 por mês. Menos que um cone de barbante.
Quero começar hoje por R$ 29,90Cancela quando quiser. Garantia de 7 dias. Se não for pra você, eu devolvo tudo.
O problema
Olha aqui, eu vou te dizer uma coisa que eu sei que você já viveu.
Você senta com o barbante na mão e faz uma peça linda. Acaba, olha, e pensa: essa aqui vai vender. Aí você tira uma foto em cima da mesa, posta, e não acontece nada.
Ninguém comenta. Ninguém pergunta o preço.
Aí você guarda a peça no cesto. E quando o cesto enche, você presenteia. Sua irmã ganha, sua vizinha ganha, sua nora ganha. Todo mundo elogia, todo mundo ama.
Ninguém compra.
Quando aparece alguém perguntando quanto custa, aí vem a outra parte. Você trava. Fica com medo de falar um preço e a pessoa achar caro. Fala baixo, na dúvida. E aceita. Aí você faz a conta depois e vê que trabalhou o mês inteiro pra tirar quase nada.
Eu perguntei pra mais de 600 crocheteiras o que passa na cabeça delas quando tentam vender e não conseguem. Sabe qual foi a palavra que mais apareceu?
"Desistir."
Foram 136 vezes. Disparada, a número um.
E o que veio junto dela é o que mais me marcou:
"Penso em desistir, mas eu amo fazer crochê."
"São tantas coisas que quero desistir, mas volto. Não é a primeira vez e começo de novo."
"Fico triste, pois as pessoas gostam do meu trabalho, mas eu não consigo vender o quanto eu queria."
Você está nesse ciclo, amiga. Tenta vender, não vende, pensa em largar, mas ama demais pra largar, e recomeça. E toda vez que recomeça, recomeça igual.
E não é falta de talento. Metade das mulheres que responderam faz crochê há mais de cinco anos. Cinco anos. A mão está pronta. O que não está pronto é a vitrine.
Você não tem um problema de crochê. Você tem um problema de vitrine e de preço.
A virada
Presta atenção no que eu vou te falar agora.
Eu tinha um celular antigo. Eu não sabia nada de rede social. Sabe o que eu sabia? Fazer crochê. Era a única coisa que eu sabia.
Hoje, seis anos depois, eu vivo disso. E eu não fiquei melhor no crochê nesses seis anos. Eu fiquei melhor em mostrar.
Vender crochê pela internet hoje se apoia em três coisas. Só três.
Foto parada de peça em cima da mesa não anda mais. Vídeo anda. E olha, não é vídeo de produção, é o seu celular apoiado numa lata de leite mostrando a sua mão fazendo o ponto. O que faz o vídeo bombar não é a câmera. É a primeira frase. Quem some, perde. Quem aparece, vende.
Enquanto você chuta o preço, você trabalha de graça e nem percebe. Com conta na mão é outra coisa. Um cone de barbante custa R$ 30. Dele saem 6 suplas. Se você vende a supla a R$ 35, os R$ 30 viraram R$ 210. Quando você enxerga essa conta, você para de ter vergonha de cobrar. Porque quem tem vergonha de vender não vende, ponto final.
Uma semana postando não muda nada. Três meses postando muda tudo. Não é talento. É não parar.
Agora vem a parte honesta.
Eu já falei essas três coisas mil vezes aqui. E eu sei exatamente o que acontece na sua casa depois que você me ouve.
Você senta pra gravar e não sabe o que falar. Fica olhando pro celular, desiste, e vai fazer o almoço. Você senta pra calcular o preço e se perde no meio da conta. Você abre o Instagram pra postar e trava na legenda. E no fim do dia você não fez nada. De novo.
Não é preguiça, minha filha. É que ninguém pode gostar de fazer uma coisa que ninguém nunca ensinou como faz.
Então eu tirei da minha cabeça tudo que eu faço todo dia pra vender, e coloquei dentro de um aplicativo.
É o Ateliê da Crocheteira. Ele fica no seu celular. Você abre, ele te diz o que fazer, e você faz.
O que tem dentro
Você nunca mais vai olhar pro celular sem saber o que gravar.
São mais de 250 vídeos de crochê que passaram de 10 mil visualizações, escolhidos um por um. E cada um vem destrinchado: a frase de abertura que segurou a pessoa, a ordem em que as cenas aparecem e o motivo de aquele vídeo ter bombado. Toda semana entram vídeos novos.
Você viu um vídeo de tapete que fez 80 mil visualizações. Você faz supla, não tapete. Aperta em "Adaptar pra minha peça" e o mesmo roteiro sai reescrito pra supla, pronto pra você gravar hoje à tarde.Você fala qual peça e qual é o seu público. Ele te devolve o roteiro pronto pra gravar.
Vem tudo separado: o que falar nos três primeiros segundos, o que mostrar no meio, como fechar chamando a cliente, o texto pra escrever na tela e as hashtags. Em menos de dez segundos.
Você escreve "jogo americano de barbante cru, quero pegar encomenda de Natal". Sai um roteiro de 30 segundos com a fala pronta. Você lê, grava com o celular apoiado, posta.Um raio x do seu perfil de verdade, com os seus números, e o que fazer com eles.
Ele olha o seu Instagram por fora: quantas pessoas te seguem, quantas curtem e comentam de verdade, de quanto em quanto tempo você posta, o que a sua descrição está dizendo pra quem chega. E devolve um plano de ação no meu método, com o que corrigir primeiro.
Você tem 900 seguidoras e acha que o problema é ter pouca gente. O raio x mostra que você posta a cada nove dias e que a sua descrição não diz que você vende. Não era o tamanho. Era o sumiço.Você para de chutar preço e passa a cobrar com a conta na mão.
É o meu método da hora de trabalho: você coloca o material que gastou, quanto tempo levou e quanto vale a sua hora. Ela devolve três preços prontos, o mínimo, o justo e o de encomenda especial.
Supla de barbante, R$ 6 de material, 1h30 de trabalho, sua hora a R$ 10. Ela te mostra na tela por que essa peça não pode sair por R$ 20. E você manda o preço certo sem tremer.A legenda do post e a mensagem do WhatsApp escritas pra você.
Porque cliente compra benefício, não fio. A ferramenta escreve falando do que aquela peça faz na casa da cliente, e não do ponto que você usou.
Em vez de "jogo de supla, R$ 35, cor cru", sai "sua mesa arrumada em dois minutos, mesmo naquele dia que a visita chega sem avisar". Você copia e cola no status.Você manda a foto da peça do jeito que ela está e recebe duas fotos de vitrine.
Sem cenário, sem luz montada, sem ter que arrumar a casa. Tira a foto em cima da mesa da cozinha mesmo, do jeito que dá.
Foto do tapete no chão da sala com o tapete meio torto e a luz amarela. Volta o mesmo tapete numa cena bonita, do tamanho certo pro Instagram. Você posta e a cliente vê a casa dela mais bonita, não vê fio.Suas encomendas e o seu dinheiro anotados, sem caderno e sem bagunça.
Cada pedido com o nome da cliente, o prazo de entrega e o sinal que ela já pagou. O que falta receber aparece sozinho. E no fim do mês você vê, em número, se sobrou ou se faltou.
Três encomendas pra entregar até sexta, duas já com sinal pago. Você abre e vê que ainda tem R$ 180 a receber. Nada de descobrir no dia da entrega que esqueceu a peça da Dona Rita.Um link com todas as suas peças, pra mandar pra cliente e ela escolher.
Você cadastra cada peça com foto, nome e preço. A cliente abre o seu link, vê tudo que você faz e aperta "Quero essa". Cai no seu WhatsApp com o nome da peça já escrito. Sem site, sem mensalidade de loja.
A cliente pergunta "o que você tem pronto?". Em vez de mandar vinte fotos soltas, você manda um link. Ela escolhe a manta cinza e o pedido chega pronto pra você anotar.A arte do Story, do feed e da lista do WhatsApp, pronta, com a sua peça inteira.
Escolhe a peça do catálogo e sai a imagem montada: foto, nome, preço, o nome do seu ateliê e o botão "Chama no WhatsApp" com o seu número. Três modelos, seis cores. Nada em cima do crochê. Sem Canva, sem briga com fonte.
Terminou a bolsa às dez da noite. Em um minuto a arte está no Story com o preço e o seu contato, e você vai dormir com a divulgação feita.Faz a conta comigo
Eu não vou inventar número pra te impressionar. Vou te mostrar o que essas coisas custam por fora, hoje, de verdade.
Aquele aplicativo de gestão de R$ 25 a R$ 90 por mês organiza o seu ateliê. E só. Ele não te diz o que gravar. Não escreve a sua legenda. Não melhora a sua foto. Não te ajuda a cobrar. Organização sozinha não traz cliente nenhuma.
Aqui a organização vem junto. E vem colada na parte que faz a cliente aparecer.
Tudo isso, junto, por R$ 29,90 por mês.
R$ 29,90 por mês é menos de um real por dia.
É menos que um cone de barbante. O cone custa R$ 30, você já sabe.
E se você vender uma supla a R$ 35 no mês inteiro, o Ateliê já se pagou e ainda sobrou troco.
Uma. Uma supla no mês.
Quem está falando com você
Seis anos depois:
Seis anos ensinando, todos os dias, uma coisa só: vender o crochê que você já sabe fazer. E as minhas alunas falam melhor do que eu:
Eu não construí esse aplicativo olhando pro mercado. Eu construí olhando pra elas. Cada ferramenta que está lá dentro nasceu de uma pergunta que eu recebo todo santo dia no direct.
Se você é aluna da minha mentoria, o Ateliê é seu de graça. Não precisa comprar nada aqui.
Perguntas que você deve estar fazendo
É pra você mais do que pra qualquer outra. Quem já sabe gravar não precisa de roteiro. Você abre, escolhe a peça, e o roteiro sai com a fala escrita, palavra por palavra. Você só lê e grava com o celular apoiado na mesa. E olha, primeiro a gente faz, depois a gente melhora. Todo mundo tem vergonha no primeiro vídeo. Todo mundo.
Funciona. É pelo navegador do celular, aquele que você já usa pra abrir a internet. Não precisa baixar nada, não ocupa memória, não trava. Celular simples dá conta. Também abre no computador, se você preferir.
Serve, e talvez você seja quem mais vai sentir a diferença. Quem vende por indicação tem duas coisas travadas: o preço está baixo demais e a freguesia acaba quando a lista de conhecidas acaba. A calculadora arruma o seu preço. Os vídeos e as fotos trazem cliente que você nunca viu na vida. E a central de pedidos organiza as encomendas que você já tem.
Vinte minutos. Cinco pra pegar o roteiro, dez pra gravar e postar, cinco pra anotar o que entrou. E olha, você não precisa fazer todo dia pra começar. Três vezes na semana já muda o seu movimento. Quem some, perde. Quem aparece, vende.
Pode, na hora que quiser, e sem falar com ninguém. É assinatura mensal. Se você cancelar hoje, usa até o fim do mês que já pagou e não vem cobrança nenhuma depois. E nos primeiros 7 dias você ainda tem a garantia, que é o dinheiro de volta, inteiro.
Não paga nada. O Ateliê da Crocheteira é seu, incluído, sem custo nenhum. Entra com o mesmo email que você usou pra fazer a mentoria e está tudo lá dentro te esperando.
Eu vou ser bem direta com você agora.
Amanhã você vai acordar e o barbante vai estar lá, no mesmo lugar. Você vai fazer mais uma peça linda, porque isso você sabe fazer melhor do que muita gente.
A pergunta é o que vai acontecer depois que ela ficar pronta.
Ela vai pro cesto, junto com as outras, esperando alguém que nunca vem? Ou ela vai pro seu Instagram com um vídeo que segura a atenção, uma legenda que fala com a sua cliente, uma foto bonita e um preço que finalmente paga o seu tempo?
Essa é a diferença. E ela custa menos de um real por dia.
Você não precisa acertar tudo hoje. Precisa só parar de recomeçar do mesmo lugar.
Vem comigo.
Nove ferramentas. Um aplicativo. No seu celular. Cancela quando quiser e tem 7 dias de garantia, com o dinheiro de volta.